X100S, uma extensão da arte em suas mãos

O passado e o presente de uma cidade, unidos por um único frame.


No momento em que recebi a câmera comecei a criar um cenário ao abrir a embalagem.
No segurar a X100S o meu mundo se transformou em uma mistura entre o clássico retrô e o presente tecnológico.
As fotos que produzi para essa matéria foram como poesia que tocam o coração e tiram a razão no ato da composição.
Ao trazer a câmera na altura dos meus olhos, em uma manhã do centro antigo de São Paulo algo me mostrou que eu estava com o cenário preparado e com uma extensão da arte em minhas mãos.

Era somente eu, meu coração e uma câmera.
Um instante que me remeteu ao passado da fotografia onde o ato de fotografar era contemplado como uma obra de arte, que colocava o fotógrafo, naquele momento, como um maestro, o regente de uma orquestra com um único instrumento; sua câmera.
Afirmar que este novo instante é o mesmo que fotografar com os velhos filmes 35mm seria uma heresia mas isso também não afirma ser algo pior, e sim um outro prazer. Prazer esse que consegue construir um novo momento onde se torna possível acreditar que neste mundo digital podemos criar a verdadeira arte. A arte da paixão e da realização pessoal sem a intervenção do pós pintura.

Clássico não faz referência ao passado. Clássico é sinônimo de obra prima.
Possuir uma X100S é ter a extensão da arte em suas mãos.

Abaixo coloco uma série que fiz para a matéria da revista BLACK & WHITE IN COLOR.

As fotos abaixo não tem pós produção inclusive as de múltiplas exposições.
Estão realmente como saíram do cartão.

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