Iolanda e eu – A lenda da águia

Me chamo Danieli Cruz Santos e sou fotógrafa retratista.
Aqui você irá encontrar o meu relato através de fotografias, e a jornada de Iolanda Costa, uma grande escritora na luta contra o câncer de mama.

Antes de ler essa matéria, recomenda-se a leitura de:
Iolanda e eu – Primeiro Contato

A lenda da aguiaO 2º encontro:
Iolanda me disse sobre uma história da Lenda da Águia! Até então eu não conhecia, algo que se encaixa direitinho nesse momento da vida.

Então, pesquisei e encontrei na internet:

A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos. Mas para chegar a essa idade, quando ela atinge a metade da sua vida, precisa tomar uma séria e difícil decisão. Isso porque nessa idade, suas unhas estão compridas e flexíveis, já não conseguem mais agarrar as presas das quais se alimenta. O bico, alongado e pontiagudo, se curva em demasia. As asas, envelhecidas e pesadas, dificultam demais o ato de voar.

Nesse momento a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 longos dias. Caso ela escolha a segunda alternativa, deverá voar para o alto de uma montanha e recolher-se em um ninho, próximo a um penhasco, de onde, para retornar, necessite dar um firme e forte vôo.

Vencido esse primeiro desafio, a águia começa a bater com o bico numa rocha, até conseguir arrancá-lo por completo. Após esse grande e dolorido sacrifício, ela espera pacientemente até que seu bico cresça novamente para então, com ele, arrancar todas as suas velhas unhas. Quando as unhas começam a nascer, a águia continua seu processo de renovação arrancando todas as velhas e pesadas penas.

Passado cinco meses, “renascida” e vitoriosa, ela sai para realizar o tão sonhado vôo de renovação, pronta para viver, então, a segunda parte de sua existência.”

A queda de seu cabelo faz parte desse processo, é algo inevitável. Não é fácil uma mulher se olhar no espelho e não encontrar aquilo que sempre teve como sinônimo de feminilidade…

Em compensação, depois de toda tormenta vem a calmaria, sua cabeleira irá voltar mais bela do que nunca.

Continue a leitura, veja o 2º post: Iolanda e eu – Mas, e a beleza?

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